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Lins, São Paulo, Brazil
Livre Pensador, interessado em estimular o pensamento e o questionamento. Nunca se cansando de perguntar - por que?

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

ALGUNS MITOS


Mito de Tor:  

Antes de o Cristianismo chegar à Noruega, acreditava-se que Tor cruzava os céus numa carruagem puxada por dois bodes. E quando ele agitava seu martelo, produziam-se raios e trovões. A palavra “trovão” – Thor-døn em norueguês – significa originariamente “o rugido de Tor”. Em sueco, a palavra para trovão é åska, na verdade ås-aka – que significa a jornada dos deuses no céu.
Quando troveja e relampeja, geralmente também chove. E a chuva era vital para os camponeses da era dos vikings. Assim, Tor era adorado como o deus da fertilidade.
A resposta mitológica à questão de saber por que chovia era, portanto, a de que Tor agitava seu martelo. E quando caía a chuva, as sementes germinavam e as plantas cresciam nos campos.
Não se entendia por que as plantas cresciam nos campos e como davam frutos. Mas os camponeses sabiam que isto tinha alguma coisa a ver com a chuva. Além disso, todos acreditavam que a chuva tinha algo a ver com Tor. E isto fazia dele um dos deuses mais importantes do Norte da Europa.

Mito da Criação da Humanidade: De acordo com a mitologia grega, por exemplo, os Titãs foram os primeiros habitantes do universo. E um destes titãs chamado Prometeu pegou barro e misturou com suas lágrimas depois trabalhando com paixão e dedicação, ele modelou uma estatua na qual em seu próprio significado seria um Deus. Prometeu estava orgulhoso de seu primeiro feito e decidido à criar uma multidão de estátuas.
Quando Prometeu terminou suas estátuas, viu que elas eram inanimadas, burras, sempre imóveis, simplesmente algo sem vida.
No entanto algo ainda estava faltando nessas estátuas, e foi a deusa Atenas que concedeu sabedoria a Prometeu. Atenas levou uma xícara de néctar e banhou o rosto principalmente os lábios de cada estátua, quando as estátuas feitas de barro e lágrimas beberam um pouco do tal néctar uma nova luz brilhou em seus olhos, a partir daí as estátuas ganharam o poder do raciocínio e pensamento, que foi o que lhes faltavam para terem vida.

Mito grego da alternância das estações:  
Deméter (filha do deus Cronos e de Réia), deusa da terra cultivada, das colheitas e das estações do ano teve uma filha com Zeus, chamada Perséfone. Ela era uma jovem muito bela, despertando assim o amor dos deuses. Hades, deus do submundo se apaixonou por ela e tomado pela vontade de tê-la ao seu lado a raptou enquanto ela colhia flores com as ninfas da floresta. Deméter, ficou inconsolável com o rapto de sua filha, descuidando-se assim de suas tarefas de cuidar das terras e das lavouras, causando escassez de alimentos. Junto com Hermes, a deusa foi até o reino de Hades para buscar a sua filha, mas esta não tinha rejeitado totalmente o deus obscuro. Assim, estabeleceu-se um acordo: ela passaria metade do ano junto a seus pais, e o restante com Hades. Quando estava no Olimpo sua mãe estava feliz, portanto, capaz de cuidar das lavouras e da fertilidade da terra. Já enquanto estava no submundo, Deméter tomada pela tristeza os campos secavam e as sementes não brotavam. Este mito justifica o ciclo das estações do ano.

terça-feira, 29 de agosto de 2017


PLATÃO
Para Platão, a principal tarefa da filosofia é determinar como se pode avaliar as pretensões ao conhecimento, servindo como legislador para tudo aquilo que pode ser chamado de conhecimento, onde conhecimento seria uma representação correta do real.
A filosofia corresponderia a um método para se atingir o ideal em todas as áreas pela superação do senso comum, estabelecendo o que deve ser aceito por todos. Isso significa a universalidade da razão.
A pratica filosófica envolve assim, o abandono do mundo sensível e a busca do mundo das idéias, partindo do próprio mundo sensível submetido a um exame critico.
Platão não supõe a existência de uma autoridade divina através da qual seria possível a recepção de uma revelação, mas induz o próprio individuo a uma reflexão e busca da verdade.
O discurso filosófico preocupa-se com sua própria legitimação, sua justificação, por isso é considerado crítico e reflexivo. A filosofia não pretende afirmar nada, mas chegar à verdade através da razão.
O método do dialogo pretende mostrar ao individuo as fragilidades do senso comum.
A dialética é uma forma de abstração que busca a formulação de conceitos através da discussão, da critica e da necessidade de questionamento sobre o próprio conceito.
"Ao aceitar as regras do diálogo, os interlocutores abandonam progressivamente a opinião. Instaura-se entre eles uma nova relação,...

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...

Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...

"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida..."

Melindres, suas mazelas...

MELINDRES, SUAS MAZELAS...
Em nosso entendimento, um dos maiores entraves para o nosso desenvolvimento é o melindre.
O melindre é o verdadeiro vírus da discórdia. Ele ataca sorrateiramente a todos aqueles que, invigilantes, dão valor maior do que o devido a si mesmo. O amor próprio tem um limite.
Ter amor próprio na dose certa é importante. Precisamos nos amar, cuidar de nossa boa aparência e gostar de nós mesmos.
Esse amor não pode superar o limite do razoável. Quando passamos a nos julgar superiores a nossos irmãos, avançamos para a vaidade, para o orgulho, para a falsa superioridade. Ao atingir esse estágio perigoso, todas as ideias, observações ou palavras de nossos semelhantes que são contrárias ao nosso ponto de vista nos machucam muito.
Surge então o melindre. Não admitimos ser contrariados. Não aceitamos opiniões diferentes. Nos enchemos de mágoa, de não me toques. E o pior é que isso nos entristece, nos tira do equilíbrio, trazem consequências físicas e afetam profundamente nosso relacionamento com pessoas queridas.
A mágoa destrói nossas resistências orgânicas. Ela obstrui os nossos canais responsáveis pela circulação sanguínea e pelo equilíbrio de nosso corpo físico.
O melindre é causa de muitas discussões que poderiam ter sido evitadas. Bastaria uma atitude de tolerância, de compreensão. Todos nós, espíritos ainda imperfeitos vivendo na Terra, estamos sujeitos a ter atitudes e a falar palavras ofensivas a nossos irmãos, e que a tolerância mútua e o perdão podem transformar em coisas banais e sem importância os episódios que julgamos terríveis ofensas que nos fazem.
Uma pequena discussão entre marido e mulher pode trazer muita discórdia e até separações por causa do melindre. Tolerância é ainda o melhor remédio para a manutenção da paz em todos ambientes.
O mesmo acontece entre pais e filhos, entre irmãos e entre amigos, muitas vezes provocando o afastamento de pessoas que se amam, apenas por terem se deixado levar pelo melindre. Muitas entidades religiosas respeitáveis e até instituições fraternais podem ser atingidas por esse terrível vírus.
Temos que combater esse mal. O caminho para isso é seguir os ensinamentos e o exemplo de Jesus.
Vamos contar até dez, respirar fundo, combater o ato de nos julgar superiores, ouvir o que o outro nos fala, ponderar com calma sem alterar a voz, analisar todos os ângulos do que diz nosso oponente, são algumas coisas que podemos fazer para sufocar nosso amor próprio ferido. Lembremos de que não somos o centro do universo, e que todos podem ter opiniões diferentes sobre qualquer assunto. Nosso grande erro é querer impor a nossa verdade ao nosso semelhante.
E gritamos. E nos descontrolamos. 
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Títulos que proporcionaram crescimento.

  • Eclesíastes
  • O Pêndulo de Foucauld
  • Kon Tiki e Eu
  • The Ilustrated Man
  • Dom Quixote de La Mancha
  • O Nome da Rosa

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