Decepção.
Há um ditado árabe que diz “É mais fácil matar um camelo á golpes de figo maduro, do que colocar juízo na cabeça de um insensato”.
Talvez eu seja o camelo, ou talvez eu seja o figo, mas insensato, eu estou certo que não sou. É por essa razão, amiguinhos, que deixo essas aulas.
Em absoluto por desistência, pois se assim fosse eu desistiria ao tentar transformar secretarias do lar em mestras e doutoras em química, da mesma forma que desistiria ao tentar transformar adolescentes da mais recente e atual juventude em expoentes das ciências da terra, físicas químicas e biológicas, e por um sem número de situações que comprovadamente escancaram a minha pertinácia natural, e jamais desistência.
Todavia, eu posso ter inúmeros defeitos, mas a insensatez, não faz parte deste rol.
E é por ser sensato, que deixo essas aulas. Não vou me prostituir nem desgastar minha saúde, se a forma com que tenho ensinado por mais de três décadas, é questionada por alguns “alunos”. Creio que minha flexibilidade e capacidade de ajuste e adaptação, pode ser comprovada em episódios recentes com esta mesma turma.
Não sou professor de química apenas, ensino física, ciências naturais, filosofia, recursos hídricos, saneamento, gestão ambiental e algumas outras áreas, que a vida e o Senhor dos Mundos me colocaram como instrumento.
Na minha empresa (Ivan - Consultoria e Instrutoria Gerencial e Tecnológica), presto serviços por solicitação ao SEBRAE e SENAI nas áreas de empreendedorismo, gestão empresarial e motivação.
Tenho buscado ser ao longo dos tempos, não ser um professor, mas um sacerdote da docência, e principalmente um facilitador de aprendizado.
Porém como é possível facilitar o aprendizado de um aprendiz que se mostra incapaz de aprender?
Ou desinteressado, o que é muito pior!!!
Temos exemplos domésticos em que a dedicação e o interesse se mostraram mais eficazes do que a capacidade.
Jamais vou “atirar perolas à porcos” (atenção, não estou chamando ninguém de porco!!!!, São palavras de Cristo!!! “Em Mateus 7:6, Jesus disse: "Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.") A Frase mostra a insensatez de lançar indevidamente coisas boas a destinos que não as aproveita (aliás, seria interessante ler Mateus 7:1,5)
E é por essa razão, que deixo essas aulas.
Nunca por desistência. Essa palavra não existe no meu dicionário e essa atitude não existe em minha vida.
Alguns dos meus amiguinhos, não precisariam dessa justificativa.
À alguns outros, de nada adiantaria.
Nós ainda nos vemos.
Professor Ivan - 17/11/2008
Quem sou eu
- MSc Ivan Viveiros
- Lins, São Paulo, Brazil
- Livre Pensador, interessado em estimular o pensamento e o questionamento. Nunca se cansando de perguntar - por que?
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Vícios
Vícios
Há sempre uma imensa dificuldade quando nos damos conta da imperiosidade em nos libertar dos nossos vícios.
É nosso propósito incansável como Guerreiros da Luz que somos (pelo menos alguns de nós...) soterrar os vícios em profundas catacumbas de onde eles jamais possam sair.
É muito difícil, e ninguém deve arvorar-se em dono da certeza, sugerindo à alguém que tenha uma dependência, que deve deixa-la, que isso não é certo e tudo o mais, muito comum na boca de quem jamais sentiu as algemas de uma contingente necessidade. Em se tratando de dependências e vícios, não se discute o certo e o errado. Todos sabemos que se trata de um erro. Mas tristemente, esse erro faz parte do ser humano; é inerente ao ser humano, e é escolhido por absoluto livre arbítrio. Mesmo quando a dependência química é genética. “Se não podes resistir à tentação, afaste-se dela.”
Quando se tratam de vícios cujos vínculos de dependência sejam materiais, é muito difícil, mas é possível afastar-se destes vínculos, como o cigarro e a bebida. E se nos empenhamos, conseguimos nos afastar do cigarro, da bebida. Ninguém está dizendo que é fácil. Pelo contrario, é muito difícil, e ninguém pode recriminar alguém que não consegue se livrar dos grilhões de um vicio.
Porém, dos vícios de motivação palpável, cigarro, bebida e jogo, o mais difícil deve ser o jogo, pois a pessoa tem o mal da jogatina inculcado de tal forma, independente de ter o material de jogo por perto.
Se náufrago, isolar-se em uma ilha desligado do mundo, o fumante, deixa de fumar, o alcoólatra deixa de beber, mas o jogador, aposta se o coco cai deste ou daquele lado do coqueiro. E aposta com quem ??? com ele próprio; e muitas vezes perde, o que o leva a tentar novamente.
Resumindo; vícios com motivação concreta, são difíceis, porém menos dolorosos de se extirpar, do que aqueles que possuem a origem da dependência "inaparente".
Imagine então, a crueza de ser portador do pior de todos os vícios; os comportamentais.
O pior de todos os vícios, é o vício comportamental, o vicio de caráter. O vicio da intolerância que arrebanha a inveja, a hipocrisia, a mentira, a soberba, a arrogância. O vício da crítica ferina, desnecessária. A falta de generosidade.
Esses vícios estão enraizados dentro de cada um de nós, e nos são invisíveis.
Urram para todos a sua existência pérfida e maléfica e se escondem de nós.
Se alguém nos alerta de sua existência, a intolerância ou o descaso, nos impedem de acreditar. (Tô nem aí !!!)
Esses vícios, só são debelados com a sabedoria que a vida nos oferece - e oferece, pois sabedoria, não se aprende, sabedoria não se compra, e nem se rouba. Sabedoria é a depuração do conhecimento.
Sabedoria se desenvolve à partir de conhecimentos. Sabedoria é crescimento, é desenvolvimento em uma esfera bem mais elevada que essa “viciada”. Sabedoria é a proximidade com o Pai Celeste. Ele nos oferece a proximidade, depende de cada um aceitar ou não.
Quando conseguirmos nos livrar dos vícios comportamentais, estaremos olhando de frente a Luz que Emana do Grande Arquiteto do Universo.
Há sempre uma imensa dificuldade quando nos damos conta da imperiosidade em nos libertar dos nossos vícios.
É nosso propósito incansável como Guerreiros da Luz que somos (pelo menos alguns de nós...) soterrar os vícios em profundas catacumbas de onde eles jamais possam sair.
É muito difícil, e ninguém deve arvorar-se em dono da certeza, sugerindo à alguém que tenha uma dependência, que deve deixa-la, que isso não é certo e tudo o mais, muito comum na boca de quem jamais sentiu as algemas de uma contingente necessidade. Em se tratando de dependências e vícios, não se discute o certo e o errado. Todos sabemos que se trata de um erro. Mas tristemente, esse erro faz parte do ser humano; é inerente ao ser humano, e é escolhido por absoluto livre arbítrio. Mesmo quando a dependência química é genética. “Se não podes resistir à tentação, afaste-se dela.”
Quando se tratam de vícios cujos vínculos de dependência sejam materiais, é muito difícil, mas é possível afastar-se destes vínculos, como o cigarro e a bebida. E se nos empenhamos, conseguimos nos afastar do cigarro, da bebida. Ninguém está dizendo que é fácil. Pelo contrario, é muito difícil, e ninguém pode recriminar alguém que não consegue se livrar dos grilhões de um vicio.
Porém, dos vícios de motivação palpável, cigarro, bebida e jogo, o mais difícil deve ser o jogo, pois a pessoa tem o mal da jogatina inculcado de tal forma, independente de ter o material de jogo por perto.
Se náufrago, isolar-se em uma ilha desligado do mundo, o fumante, deixa de fumar, o alcoólatra deixa de beber, mas o jogador, aposta se o coco cai deste ou daquele lado do coqueiro. E aposta com quem ??? com ele próprio; e muitas vezes perde, o que o leva a tentar novamente.
Resumindo; vícios com motivação concreta, são difíceis, porém menos dolorosos de se extirpar, do que aqueles que possuem a origem da dependência "inaparente".
Imagine então, a crueza de ser portador do pior de todos os vícios; os comportamentais.
O pior de todos os vícios, é o vício comportamental, o vicio de caráter. O vicio da intolerância que arrebanha a inveja, a hipocrisia, a mentira, a soberba, a arrogância. O vício da crítica ferina, desnecessária. A falta de generosidade.
Esses vícios estão enraizados dentro de cada um de nós, e nos são invisíveis.
Urram para todos a sua existência pérfida e maléfica e se escondem de nós.
Se alguém nos alerta de sua existência, a intolerância ou o descaso, nos impedem de acreditar. (Tô nem aí !!!)
Esses vícios, só são debelados com a sabedoria que a vida nos oferece - e oferece, pois sabedoria, não se aprende, sabedoria não se compra, e nem se rouba. Sabedoria é a depuração do conhecimento.
Sabedoria se desenvolve à partir de conhecimentos. Sabedoria é crescimento, é desenvolvimento em uma esfera bem mais elevada que essa “viciada”. Sabedoria é a proximidade com o Pai Celeste. Ele nos oferece a proximidade, depende de cada um aceitar ou não.
Quando conseguirmos nos livrar dos vícios comportamentais, estaremos olhando de frente a Luz que Emana do Grande Arquiteto do Universo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
De 1964 a 1969
Lembranças (Ivanir José da Silva)
Meu pai, Marino da Silva, Ivan e eu trabalhávamos na CIBRAL (em Lins) quando certo dia Seu Isolino, o chefe industrial na época, perguntou ao meu pai se ele não conhecia um caldeireiro. Meu pai pensou e disse sim: “Claro que conheço. Em Quatá tem um e vou mandar chamá-lo”.((me perdoe, não me lembro o nome do pai do Archimedes (Liberato))). Foi então que o pai do Archi foi a Lins e ficou em nossa casa. Acertou com a CIBRAL, e pra lá se mudou.
Eu conhecia de vista a família de Archimedes e tinha a certeza (cheguei até a comentar com Ivan, não sei se ele vai se lembrar) que aquele “crioulinho” era um gênio, minha irmã Maria José dizia o mesmo. Tempos depois já estava em Lins a família toda, mas pouco tempo depois me mudei para Belo Horizonte e não pude acompanhar a sua trajetória. Não me foi surpresa quando soube aonde ele chegou. Fiquei sabendo (em nosso encontro) que seus filhos estavam todos formados e todos encaminhados.
Tudo isso (quase 45 anos) passou pela minha cabeça em segundos. Desde a chegada de seu pai pela primeira vez em nossa casa até a ultima vez que o vi. Faz cinco dias hoje (10/11/08) que operei de uma hérnia e fiquei impossibilitado de ir até Lins para a despedida desde amigo, mas as lembranças serão bem maiores que a tristeza.
Que seus filhos e esposa sejam fortes. Com Jesus no coração alcançaram sempre o que almejarem.
Ivan, falei da CIBRAL onde trabalhamos e onde foi plantada essa semente. Desde a chegada do pai do Archi até o encontro dos mesmos aonde quer que estejam.
Abraços...
Lembranças (Ivanir José da Silva)
Meu pai, Marino da Silva, Ivan e eu trabalhávamos na CIBRAL (em Lins) quando certo dia Seu Isolino, o chefe industrial na época, perguntou ao meu pai se ele não conhecia um caldeireiro. Meu pai pensou e disse sim: “Claro que conheço. Em Quatá tem um e vou mandar chamá-lo”.((me perdoe, não me lembro o nome do pai do Archimedes (Liberato))). Foi então que o pai do Archi foi a Lins e ficou em nossa casa. Acertou com a CIBRAL, e pra lá se mudou.
Eu conhecia de vista a família de Archimedes e tinha a certeza (cheguei até a comentar com Ivan, não sei se ele vai se lembrar) que aquele “crioulinho” era um gênio, minha irmã Maria José dizia o mesmo. Tempos depois já estava em Lins a família toda, mas pouco tempo depois me mudei para Belo Horizonte e não pude acompanhar a sua trajetória. Não me foi surpresa quando soube aonde ele chegou. Fiquei sabendo (em nosso encontro) que seus filhos estavam todos formados e todos encaminhados.
Tudo isso (quase 45 anos) passou pela minha cabeça em segundos. Desde a chegada de seu pai pela primeira vez em nossa casa até a ultima vez que o vi. Faz cinco dias hoje (10/11/08) que operei de uma hérnia e fiquei impossibilitado de ir até Lins para a despedida desde amigo, mas as lembranças serão bem maiores que a tristeza.
Que seus filhos e esposa sejam fortes. Com Jesus no coração alcançaram sempre o que almejarem.
Ivan, falei da CIBRAL onde trabalhamos e onde foi plantada essa semente. Desde a chegada do pai do Archi até o encontro dos mesmos aonde quer que estejam.
Abraços...
Aulas no Cosmo
Ontem, dia 09 de novembro de 2008 (um mês e um dia antes dos sessenta) , meu irmão escolhido, o Archi, foi chamado pelo Grande Professsor do Universo, para lecionar lá em cima. Foi uma cacetada tão danada, que como disse o Dito, outro irmão escolhido, quebrou-nos as pernas.
Caramba, que coisa pesada. Ele lá em Sua divina sabedoria, sabe bem o que faz, e o que faz, é bom. Mas podia dar uma luz extra para que pudessemos entender esses desígnios. Pois aí é que mora a dificuldade.
Por que assim ?
Vai lá Archi, e mesmo que muitos digam que era dificil aprender, continue fazendo como sempre fizemos; com absoluta paixão.
PAZ.
Caramba, que coisa pesada. Ele lá em Sua divina sabedoria, sabe bem o que faz, e o que faz, é bom. Mas podia dar uma luz extra para que pudessemos entender esses desígnios. Pois aí é que mora a dificuldade.
Por que assim ?
Vai lá Archi, e mesmo que muitos digam que era dificil aprender, continue fazendo como sempre fizemos; com absoluta paixão.
PAZ.
domingo, 2 de novembro de 2008
Oração Ao Grande Arquiteto do Universo!
Oh! Grande Arquiteto do Universo...
Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos sejam os exatos reflexos dos Seus ensinamentos, e eu possa, assim, caminhar com integridade...
Quando fizer algo em favor dos outros, que meu nome seja simplesmente, citado, como os demais, jamais exaltado, afinal apenas estarei cumprindo minha obrigação de Homem.
Grande Arquiteto do Universo, fazei com que minhas palavras brotem do fundo do coração, e transmitam a pureza dos meus sentimentos.
Que eu emudeça, se vierem hipocrisias.
Não permita que meu ego conjugue o “eu”, e sim o “nós”!!!
Que minhas ações sejam corretas e se difundam, brandamente, por intermédio da minha voz.
Que eu jamais imponha regras ao ajudar a um irmão, pois a ajuda deverá ser carinhosa e desprendida, pois é extensão da Sua luz.
Não permita que eu julgue...
Ensina-me a perdoar, e não guardar ódio em meu coração.
Afasta do meu caminho os sentimentos como a cobiça e a vaidade.
Não permita que eu seja infectado pela inveja.
Assim, quando o limite máximo me for imposto, que a serenidade esteja presente em meu rosto, que a alegria do dever cumprido se faça presente.
Grande Arquiteto, obrigado pela oportunidade que me dás.
Obrigado pelos irmãos que tive e que fiz ao longo da jornada.
Oh! Grande Arquiteto do Universo...
Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos sejam os exatos reflexos dos Seus ensinamentos, e eu possa, assim, caminhar com integridade...
Quando fizer algo em favor dos outros, que meu nome seja simplesmente, citado, como os demais, jamais exaltado, afinal apenas estarei cumprindo minha obrigação de Homem.
Grande Arquiteto do Universo, fazei com que minhas palavras brotem do fundo do coração, e transmitam a pureza dos meus sentimentos.
Que eu emudeça, se vierem hipocrisias.
Não permita que meu ego conjugue o “eu”, e sim o “nós”!!!
Que minhas ações sejam corretas e se difundam, brandamente, por intermédio da minha voz.
Que eu jamais imponha regras ao ajudar a um irmão, pois a ajuda deverá ser carinhosa e desprendida, pois é extensão da Sua luz.
Não permita que eu julgue...
Ensina-me a perdoar, e não guardar ódio em meu coração.
Afasta do meu caminho os sentimentos como a cobiça e a vaidade.
Não permita que eu seja infectado pela inveja.
Assim, quando o limite máximo me for imposto, que a serenidade esteja presente em meu rosto, que a alegria do dever cumprido se faça presente.
Grande Arquiteto, obrigado pela oportunidade que me dás.
Obrigado pelos irmãos que tive e que fiz ao longo da jornada.
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