LÁ VAMOS NÓS...
Ontem acabou a novela da Globo, onde um amontoado de besteiras e
agressões morais envolveu o brasileiro pelos últimos 90 dias (50 ou 150, que
diferença faz?).
Pode-se ver todo tipo de injurias e imoralidades que têm sido
justificadas como “jeito de ser do brasileiro hoje” – o caramba! Eu sou
brasileiro e não me enquadro nessa absurdo Global. Tudo que você puder imaginar
de imoralidade, foi levada aos lares brasileiros; traição conjugal, traição
pessoal, traição institucional, sequestro moral, sequestro de todo conceito de
vida baseada na moral e nos bons costumes.
Parece até arcaísmo se ancorar “na moral e nos bons costumes”
isto é coisa do passado. Até pode ser arcaica a frase, mas jamais o conceito. Declaramos
legal e “in” o relacionamento homossexual. Acho sim que é legal (do ponto de
vista jurídico), e jamais em nossa família aceitamos qualquer tipo de discriminação.
Apenas acreditamos que – como nos casais hetero, as
manifestações intimas devem ficar reservadas à alcova, ou à intimidade de cada
casal.
Graças a Deus, minha neta se afastava da TV na hora da novela,
por julgar – ela própria, sem qualquer imposição ou coação, que se tratava de
uma demonstração de safadeza e imoralidade. No final ainda se disse aqui em
casa “vai ter beijo gay”, ao que a neta de 12 anos retrucou “Ah vó tem dó, era
só o que faltava"!
Será que estamos nos prendendo à era Vitoriana, ou será que a Globo
mantém uma equipe de autores preparados para achincalhar os preceitos de
conduta, família e a definição de LAR?
E olhe que não é apenas nas novelas das 9 horas, ou, por aí... O
tal programa “Malhação” que supostamente deveria ser uma escola de atores e
atrizes, na verdade é uma escola de vandalismo moral, de criação de “biscatinhas
platinadas” de tal forma que elas próprias declaram seus pudores ao ler os
textos que lhes são oferecidos.
Formam-se mocinhas, exatamente iguais àquelas que os noticiários
propagam como o crime da prostituição infantil. Lá na rua, são prostitutas
forçadas a vender o corpo, aqui, são atrizes preparadas para viver historias
criadas por autores cujos critérios morais, ou mesmo familiares, são no mínimo
bizarros.
Aquelas vão às ruas pela noite, para sobreviver, estas
representam a mesma situação, vestidas de trajes platinados; mas no fundo o que
se pretende é o mesmo desestruturação dos conceitos familiares, religiosos e
morais.
Estaria a Globo mancomunada com o atual (des) governo, e
empenhada em destruir os valores morais, e consequentemente o discernimento dos
brasileiros ? Será possível que temos sido vítimas de um plano mirabolante
orientado para transformar o brasileiro em um fantoche à mercê dos interesses
macabros de políticos e agentes de propaganda ?
Não nos esqueçamos, que a propaganda de Hitler, fez a quase
totalidade dos absurdos da segunda guerra. Não fosse Joseph Goebbels e a Alemanha nazista estaria até agora tentando fazer o
mundo acreditar em seus absurdos.
Será que a Globo é o Goebbels
(olhe que com um arranjo de letras fica parecida).
Até quando vamos permitir que a Globo faça com
o Brasil, o que Goebbels fez com a Alemanha de Hitler ?
Ivan O Velho em fevereiro o primeiro de 2014.